Perguntas Frequentes à Federação dos Circuitos Turístico de Minas Gerais
Questão 1: Qual a importância do Programa de Regionalização do Turismo?
Resposta:

 

Por se tratar de um Estado com o número de municípios que Minas possui, bem como a extensão territorial, seria impossível desenvolver novos destinos turísticos, novas regiões e ações de promoção do Estado se não houvesse a atual regional dos Circuitos Turísticos. Através das Instâncias de Governança Regional do Turismo, a Secretaria de Estado de Turismo consegue uma capilaridade de suas ações e diretrizes para o Turismo de forma rápida e prática, alinhando com todos esses circuitos e municípios vinculados pela Regionalização.

 

Questão 2: Qual a importância da FECITUR para o Programa de Regionalização do Turismo em Minas Gerais?
Resposta: A Federação tem papel importante em discutir o desenvolvimento de ações e do próprio Programa de Regionalização, pois reuni as expertises de todos os circuitos, trata todas as informações vindas da ponta que são os circuitos e seus municípios para junto com a Secretaria de Estado de Turismo, propor adequações no programa e promover a evolução do processo de construção do turismo no estado. É a entidade que provoca as mudanças necessárias para o melhor funcionamento dos Circuitos Turísticos em todo o estado e defende tanto os interesses e necessidades da Regionalização como principalmente de seus associados, os Circuitos.

 

Questão 3: Como a FECITUR se posiciona para desenvolver um trabalho articulado junto ao Poder Público, iniciativa Privada e sociedade civil?
Resposta: Diante das discussões acerca do desenvolvimento do turismo no Estado, a Federação busca os parceiros, os atores envolvidos em todos os setores que interagem e impactam no setor em nível estadual e propõe ações no sentido de atender e ou corrigir as necessidades de melhoria do Programa de Regionalização e do turismo como atividade econômica. A busca constante pelo envolvimento de todos que de forma direta ou indireta atuam na operacionalização do turismo no âmbito do Estado de Minas Gerais.

 

Questão 4: Quais são as maiores dificuldades que a FECITUR enfrenta em termos da gestão e de ações junto aos Circuitos Turísticos?
Resposta: O processo de desenvolvimento das Políticas de Turismo no Brasil e em seus estados e municípios ainda está em evolução. O próprio Programa vem passando por inúmeras avaliações para se corrigir falhas e readequar às necessidades do turismo e de um setor que precisa de envolvimento de muitos setores, cada um com necessidades e desejos distintos. Gerir toda essa informação e tratar com seus associados, fazendo com que eles entendam seu papel, bem como o próprio estado é um grande desafio. A falta de recursos, que é um reflexo do desconhecimento e comprometimento do poder público com a economia do turismo também é outro fator que impacta nos resultados.

 

Questão 5: Como se dá a atuação da FECITUR junto aos Circuitos associados?
Resposta: A Federação vem buscando o envolvimento direto com todos os seus associados e tem trabalhado integralmente para o fortalecimento da gestão mais técnica e eficiente de seus associados. A demonstração de resultados dos Circuitos para com os municípios deve ser uma constante para se manter o nível de envolvimento dos associados Municípios e por sua vez dos circuitos com a Federação. A busca constante pela qualificação dos circuitos trará cada vez mais resultados de um lado para os municípios e de outro para o estado no desenvolvimento de Minas Gerais como destino turístico.

 

Questão 6: Como a FECITUR age em âmbito estadual para a formação de redes e parcerias entre os agentes sociais envolvidos no fenômeno turístico?
Resposta: A Federação busca estabelecer diálogo com as representatividades em nível estadual, como o Sistema S como um todo, outras federações ligadas ao trade, autarquias e órgãos podem trazer algum resultado prático para o envolvimento dos circuitos e por consequência dos municípios e suas comunidades. O turismo deve ser pensado desde o pequeno produtor rural e suas tradições, o artesão ao hoteleiro e demais empreendedores que fazem a máquina da atividade ser operacionalizada para quando o turista chegar para consumir ter o produto e serviços disponíveis e com qualidade.

 

Questão 7: Como a FECITUR contribui para a criação e fortalecimento da governança público/privada?
Resposta: Orientando seus circuitos associados e fomentando a busca constante por essas ligações locais e regionais. Buscando melhorias no processo de gestão dos Circuitos e também da própria Secretaria de Turismo.

 

Questão 8: Os processos e mecanismos de comunicação entre a FECITUR e os Circuitos Turísticos são adequados e geram ações efetivas?
Resposta: A Federação vem se adequando ano a ano às novas tecnologias e ferramentas de comunicação, utilizando sites, e-mails, grupo de Whatsapp, documentos oficiais. Entretanto entende que para o melhor resultado precisa do envolvimento de todos, de um lado o emissor e de outro o receptor e vice e versa. É uma evolução constante desses mecanismos para aprimorar e buscar melhores resultados a cada dia. O termômetro é dado pela taxa de resposta e envolvimento dos associados.

 

 

Questão 9: Qual a pertinência e efetiva contribuição da rede de agentes sociais para o desenvolvimento do turismo nos Circuitos Turísticos?
Resposta: A responsabilidade de difundir o conhecimento acerca do que é o turismo, quais os impactos econômicos podem ser gerados nas regiões de desenvolvimento e qual o papel de cada um neste processo. Isso fará com que o sistema funcione.

 

 

 

 

Questão 10: Atualmente podemos dizer que a rede estadual do turismo está solida e consolidada? Justifique.
Resposta:

Não.

Falta o envolvimento ainda de muitos outros atores. Falta o conhecimento ainda por parte de muitos gestores públicos municipais e até mesmo estaduais sobre o real impacto econômico do turismo. Falta profissional capacitado para pensar política pública do turismo e a aplicação dessas ações nas diversas regiões do estado com sua imensa diversidade de produtos e de potencialidades e realidades econômicas.

Faltam Recursos aplicados de forma a trazer resultados.

Falta o pensamento de que não há desenvolvimento turístico com pensamento individualista, ou seja, um setor não fará o turismo se não trabalhar em conjunto com todos os outros envolvidos.

Entretanto, o caminho está posto e está sendo trilhado, com cada vez mais participação e envolvimento. É um processo que não pode ser descontinuado e deve ser constantemente reavaliado.